(Verdade ou mito...)
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claro que eu ficava meses sem dormir direito;
era de arrepiar.
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Antigamente existia muitas fazendas no sertão do nordeste,bois,campos...
Um filho de um fazendeiro,namorava a filha de outro fazendeiro.
Naquela época,não havia
carros de passeios.Existia carroagens,cavalos, burros...etc.
Os rapazes,quando iam cortejar as moças das redondesas,
iam montados em seus cavalos...
e o mesmo namorava uma moça de uma fazenda distante,
para chegar a tal fazenda,tinha que antes,passar por mais duas fazendas.
Ele ia todas as noites.
Trabalhava o dia inteiro e, a tardinha,
ao chegar em casa,tomava seu banho,trocava de roupas,se perfumava;claro que não poderia
esquecer a velha famosa chamada brilhantina.
Jantava,depois era só colocar o seu chapeu montar no seu cavalo e,ir ao encontro
de sua amada.
Numa noite de sábado,estava felíz;pois iria pedir aos pais,a mão de sua filha,em casamento.
Nessa mesma noite ele resolveu ir a pé;
e o seu pai ainda advertiu;vai a pé?é pirigoso,voltar sozinho por estas estradas,
travessandos fazendas...essa noite vai estar escura não há lua:
Ah,pai;dice o filho;não tem perigo náo ! e se hover onça,ou raposa louca,disse o pai.
E ele;vou levando o meu facão:
E assim ele foi feliz,porque iria noivar.(Trocar alianças.)
Duas horas e meia,aproximadamenta.
O jantar foi servido as vinte horas e trinta:
Ele foi convidado a sentar á mesa:a moça por sua vez estava deslunbrante,com seu vestido de rendas.
Naquela época as mulheres usavam muitas rendas e bordados!a maquiagem
era apenas um baton e pó de arroz.
Bem, no final do jantar,os noivos tro caram as alianças.
O tempo passou e,ele esqueceu que estava a pé e,já era tarde:
Então dice;já são vinte duas horas,estou a pé.
Seu futuro sogro o convidou;fique aqui esta noite amanhã voce vai embora!
é domingo voce não trabalha.
Ele para não dá um de medroso;não,senhor!vou agora,não há perigo,pos não tenho medo de nada.
Comprimentou os futuros sogros,beijou a mão da noiva e se foi.
Saiu da fazendo do futuro sogro,e entrou na outra fasenda vizinha,passou o portão andou alguns quilómetros,entrou numa baixada
só havia árvores grandes frondosas,antigas;ele tinha que passar por baixo daquelas árvores tão grandes e assustadoras.
Andou mais uns quilómetros,entrou numa outra baixada,só havia oitesicas;(um tipo de arbustre da região nordestina.)
Como estava muito escuro,ele olhou de lado,parecia que alguém estava fumando.
Olhou para ver quem era,mas, só havia uma tocha vernelha andando do lado
para o outro ( como se alguém estivesse andando de um lado a outro.)
Seus cabelos ficaram de pe,se arrepiou todo o medo foi tão grande,ele pensou estar flutuando.
Chegou no portão da outra fazenda,pensou;já que estou flutuando;quando derrepente...
braaaah !...se jogou no portão,machucou o nariz,ficou nervoso;
daí ele percebeu que nunca esteva flutuando,foi só o medo.(Perdeu totalmente o medo.)
Andou um quilómetro,entrou noutra baixada,havia coqueiros carnaúbas,( carnaúba, também só existe na região do nordeste.)
Tudo cilencioso:
Andou mais um poco!
chegou noutra baixada,onde só havia,cajueiros,laranjeiras,mangueiras etc...
passou pelo o canavial,aproximou-se da casa grande do vizinho,onde havia arvores tipo juremas,uma cochera,um estábulo.
Um pouco antes de chegar a fazendo de seu pai,havia alí,um enorme pé de tamarindos,ao lado,uma casinha destiorada,os donos já haviam morrido alguns anos.
Ao longe ele avistou um clarão,como se hovesse moradores na casa.Ele pensou;
não mora mais ninguém na csa fas tempo,porque estar tão iluminada!vou ver quem é.
Derrepente,a casa ficou escura,ele olhou em volto do pé de tamarindos,lá estava umas velas acesas,e um homem fumando,o medo tomou conta dele o vento começou soprar,veio um redemoinho
,e tudo ficou escuro,ele saiu numa desparada correndo,foi parar no portão da casa de seus pais.
Qundo foi abrir o portão de casa,o cachorro que era branco e grande,veio se aproximando para abraça-lo,
o medo era tanto,não reconhecendo o cachorro,gritou;
sai daqui alma penada,deu uma porrada grande no pobre cachorro,que foi parar longe.
O mpessoal que esvam dentro da casa,houviram os gritos e sairam para fora da casa,
ao seu socorro;o cachorro grunindo,o rapaz gritando...
quando caiu em si,viu que a alma não era alma e sim,o cachorro da fazenda.
Depois ele contou tudo que aconteceu naquela noite.
A pobre noiva ficou a esperar por vários meses tentando entender o motivo do desaparecimento de seu noivo.
Um belo dia quem chegam a casa do noivo;
os pais os irmãos e a noiva,querendo saber que diabos o noivo pulou fora...
tiveram que contar toda a história.
Só restou uma solução;deixar a noiva na casa do noivo,e preparar a festa do casamento.
Foi isso,história que meu contava para eu ( DORMIR.) Nunca esquecir...
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